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Blog de Notícias do Portal Mercado Ambiental que é um veículo de divulgação de ações positivas e efetivas na área de preservação, conservação e recuperação do Meio Ambiente no qual vivemos e com o qual interagimos. Através do Blog, estaremos divulgando informações relevantes ligadas aos temas socioambientais.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Oportunidades para um Mercado de Carbono Voluntário no Brasil
sábado, 16 de novembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
1º Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade - informações finais
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terça-feira, 30 de julho de 2013
Programação do CiiS 2013 - Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade
1°
Dia - 29 de agosto
8h30
- Abertura Oficial
9h30
- Painel 1 - Educação e Ensino à Distância
- Dra. Ivanette
Bellucci - Fatec Tatuapé
- Msc. Rogério
Teixeira - Centro Paula Souza - CETEC
- Dr. Angelo
Cortelazzo - Coordenador da UNIVESP
- Dr. Dilermando Piva
- Coordenador de EAD - CEETEPS
- Dr. Enrique Viana
Arce - FATEC - Americana
10h50
- Intervalo
11h10
- Painel 2 - Responsabilidade Social e
Sustentabilidade na Europa
- Dr. Fernando Miguel
dos Santos Henriques Seabra - ISCAL - Instituto Superior de Contabilidade
e Administração de Lisboa - Instituto Politécnico de Lisboa
- José Elias Parreira
Ramalho - Instituto de Desenvolvimento e Inovação Social (I.D.I.S MAIS) -
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
- Dra. Maria de Fátima
Nunes Jorge Oliveira - Universidade de Évora
- Dra. Maria João
Ferreira Nicolau dos Santos - Instituto Superior de Economia e Gestão da
Universidade Técnica de Lisboa (ISEG/UTL)
- Dra. Mónica de Melo
Freitas - Centro de Estudos em Sociologia, Universidade Nova de Lisboa
- Dra. Maria Alice
Nunes Costa - Universidade
Federal Fluminense
12h30
- Almoço
14h - Ofícina Temática Abraps
14h - Ofícina Temática Abraps
- Comunicação Digital e Engajamento de Redes - Túlio Malaspina - Abraps
14h
às 16h - Painel 3 - Tecnologia e Inovação para a Sustentabilidade
- Luiz Alexandre Mucerino, Vice Presidente do
Instituto Jatobás
- Economia Criativa e
a sustentabilidade nas cidades - Prof. Luiz Alberto Machado - Vice-Diretor
e professor titular da Faculdade de Economia da FAAP
- Desenvolvimento
Tecnológico na Agricultura Brasileira - Dr. José Eustáquio Vieira -
Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
- Avanços Tecnológicos
e Sustentabilidade no Brasil - Dr. Francisco Fechine Borges - UFPE
- Dr. Oswaldo
Massambani - Coordenador da Agência Inova do CEETEPS
16h
às 18h - Seções Paralelas
16h
às 18h - Workshop - Neuro Comunicação para a Sustentabilidade
- José Elias Parreira
Ramalho - Instituto de Desenvolvimento e Inovação Social (I.D.I.S MAIS) -
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
- Heitor Fox -
Consultor na Brain Your Business, Lisbon Area, PortugalInformation
Technology and Services
2°
Dia - 30 de agosto
- 8h30
- 10h30 - Painel 4 - Construção: Do Ciclo de Vida à Operação
Sustentáve
- A importância da
gestão de facilities na sustentabilidade:Marcos Maran - Presidente da
ABRAFAC e Amilcar João Gay Filho, ABRAFAC
- A importância da
construções sustentáveis no desenvolvimento de novas tecnologias - Roberto
de Souza - CTE - Diretor Presidente
- Selo Azul Caixa Econômica Federal - Sandra Cristina Bertoni Serna Quinto, Possui graduação em Arquiteta e Urbanismo pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo (1994), possui especialização em Gestão Urbana e Desenvolvimento Municipal pela Universidade de Brasília (2007) e cursa mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília com enfoque na temática Sustentabilidade e Meio Ambiente. Com 20 anos de experiência em projetos de edifícios, atua como arquiteta na CAIXA desde 2003. Participou do grupo de trabalho que elaborou o Selo Casa Azul CAIXA e é arquiteta na Gerência Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA.
- Gestão de Resíduos
na Construção uma experiência prática - Isac Moises Wajc -
Sócio-proprietário da REDERESÍDUO
- Resíduos
industriais e reciclagem - Msc. João Ailton Brondino - Pesquisador da
UFScar
10h30
- Intervalo
10h50
- Painel 5 - Comunicação, Cultura, Tecnologias
- Comunicação e
Sustentabilidade - MsC.
Vivian Ap. Blaso S. S. Cesar, PUCSP. Relações Públicas e Docente
- Redes digitais e
sustentabilidade - Dr. Mássimo di Felice - ATOPOS/ USP
- RSE: experiência na
América Latina - Msc. Valmir de Oliveira – Universidade Mayor, Chile
- Diálogo Online com
Stakeholders - Fernando Legrand - Coordenador Académico no CapacitaRSE, e
editor do Blog RSE Online desde 2004
- Inovação, Consumo e
Tendências - MsC Fábio Mariano Borges - Publicitário e Sociólogo
12h30
- Almoço
14h
- Oficina Temática Abraps
- Negócios Sociambientais: da teoria a prática - Anna Cristina Romanelli, Carlos Eduardo de Faria Ronca, Lizandra Mayra Gasparro, Mariana Guimarães e Thais Magalhães - Abraps
14h
às 16h - Mesa Redonda: responsabilidade civil criminal e ambiental na gestão de
resíduos
- Francisco Luiz
Biazini Filho - Fundador e Conselheiro do GAO: Grupo de Articulação das
ONGs brasileiras na ISO 26000
- José Valverde
Machado Filho - Presidente do Instituto Cidadania Ambiental
- Luiz Aceti Jr. –
Advogado especialista em direito ambiental e agrário e professor UNISAL da
Campinas, sócio-fundador do Mercado Ambiental
- Prof. Dr. Roberto
Baungartner - Diretor Ticket Serviços
15h
às 17h30 - Seções Paralelas
16h às 18h - Painel 6 - Construções Sustentáveis:
Variáveis e Vertentes
- Dra. Sasquia Hizuru
Obata - Variáveis da
sustentabilidade nas construções - FATEC
- Dra. Maria de Jesus
Seabra - Vertentes de
Sustentabilidade e Infra estrutura de Transportes - ISEG - Lisboa
- Dra. Maria Madalena
Moreira Vasconcelos - “Sustentabilidade de Sistemas Urbanos
- de Água” - Universidade de ÉvoraMsC - Catarina Selada - Cidades Inteligentes - Licenciada em Economia e Mestre em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia pelo ISEG-UTL. Encontra-se a frequentar o Programa de Doutoramento em “Governação, Conhecimento e Inovação” na Universidade de Coimbra. Trabalha na INTELI – Inteligência em Inovação desde 2000, como Directora do Departamento de "Cidades & Territórios". Neste âmbito, tem participado em diversos projectos europeus e nacionais centrados no desenvolvimento regional e urbano, inovação e sustentabilidade, nomeadamente o Re-green – “Regional Policies towards Green Buildings” e RENERGY – “Regional Strategies for Energy Conscious Communities”. É também responsável pela iniciativa “Índice de Cidades Inteligentes 2020”, instrumento que está a ser aplicado às 25 cidades nacionais do RENER – Living Lab para a Inovação Urbana.
- AES Eletropaulo - Apresentação do Case “Smart Grid”
18h
- Coquetel de Lançamento do Livro: Ciência e Tecnologia como vetor para
Sustentabilidade
Para saber mais e ter acesso a todas as informações já publicadas sobre o evento acesse e confira o site oficial do CiiS : http://www.ciis.com.br/
Apoio Oficial:
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Clamor Coletivo: Medicina, Ciência e Complexidade
Vivian Blaso*
CLAMOR COLETIVO
Sou a insatisfação. Mas só me realizo na manifestação coletiva.
Individualidade. Num clamor universal: o novo fenômeno social.
O modelo mundial está equivocado.
Numa nave, tão pequena de abundância terrena.
Voltar aos estudos tribais.
No respeito: a individualidade
O mundo: Clama
A uma simples felicidade!
Sorrir ao desconhecido, sorrir, sorrir
A telepatia global: a empatia
As necessidades: A paz, o sono tranquilo, o respirar, o ar puro
Enquanto viver: São quatro
Estações no ano
Nas colheitas sazonais
Um supre o outro, sem ganância, sem torpeza.
Enquanto escrevo o que penso, nunca saberás o que canto.
Enquanto escrevo o que digo, nunca saberás o que penso.
São os gorjeios dos pássaros
A natureza do encanto, o recôndito d'alma, a tênue seda do amor.
O segredo contido numa explosão interior.
Atalir Ávila de Souza
Pai da autora do Blog Conversa Sustentável, Advogado e Poeta
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CLAMOR COLETIVO
Sou a insatisfação. Mas só me realizo na manifestação coletiva.
Individualidade. Num clamor universal: o novo fenômeno social.
O modelo mundial está equivocado.
Numa nave, tão pequena de abundância terrena.
Voltar aos estudos tribais.
No respeito: a individualidade
O mundo: Clama
A uma simples felicidade!
Sorrir ao desconhecido, sorrir, sorrir
A telepatia global: a empatia
As necessidades: A paz, o sono tranquilo, o respirar, o ar puro
Enquanto viver: São quatro
Estações no ano
Nas colheitas sazonais
Um supre o outro, sem ganância, sem torpeza.
Enquanto escrevo o que penso, nunca saberás o que canto.
Enquanto escrevo o que digo, nunca saberás o que penso.
São os gorjeios dos pássaros
A natureza do encanto, o recôndito d'alma, a tênue seda do amor.
O segredo contido numa explosão interior.
Atalir Ávila de Souza
Pai da autora do Blog Conversa Sustentável, Advogado e Poeta
Está
claro que estamos vivendo um clamor coletivo. Época de descrença
nas instituições políticas, privadas e religiosas. Essa falta de crença
tem levado as pessoas para as ruas, a manifestarem suas insatisfações, mas
onde há descrença também há esperança. Se não fosse a descrença, não teríamos
a esperança e não nos movimentaríamos por melhores condições de vida,
afinal o discurso das instituições políticas, privadas e religiosas também é
o nosso discurso e sempre nos direcionaram a buscar o bem-estar.
O desejo
comum da nossa civilização é a felicidade, por isso estamos presenciando o
movimento dos trabalhadores e de categorias como a dos médicos em busca de
melhorias e autonomias que os estariam beneficiando em seus processos e
dinâmicas de atendimentos cotidianos aos seus pacientes. Vou tomar como
exemplo o ato médico para chamar a atenção sobre a emergência de reformas que
poderiam verdadeiramente transformar não só os médicos brasileiros, mas a
sociedade como um todo.
Edgar Morin, em seu livro A via para o futuro da
humanidade, dedicou um capítulo para analisar a situação da medicina e da
saúde. O autor tomou como exemplo a medicina ocidental, que, em função dos
progressos na pesquisa, ampliou a expectativa de vida no mundo ocidental de
25 para 80 anos, o que contribuiu com a medicina ensinada nas faculdades e a
tornou legítima e aceita pela comunidade científica.
A partir da década de
60, com o aparecimento da AIDS, a comunidade de médicos ficou abalada e tomou
consciência de que não seria possível controlar a proliferação de vírus e
bactérias. Com isso, foi necessário repensar os protocolos e rever as crenças
de que este processo racional legitimado não produzia somente verdades
racionais.
Nessa mesma época, em Nova York, Rachel Carson desencadeou uma
série de debates nacionais sobre o uso de pesticidas químicos e os limites
do progresso tecnológico, pois o uso indiscriminado de pesticidas começava
a afetar a vida de pessoas, plantas e animais.
Segundo Morin, a
consciência ecológica nos fez reconhecer os limites dos poderes humanos sobre
a natureza. Para ele, as hiperespecializações na medicina
compartimentalizaram os saberes sobre o corpo e separaram o corpo em partes
fragmentadas. Essa fragmentação promoveu a separação entre disciplinas, que
oculta as conexões complexas que existem entre as partes do corpo e suas
correlações com o ambiente. O indivíduo é tratado como paciente, mas ignorado
como pessoa. Há uma disjunção entre a medicina que trabalha o corpo e as
diversas psicoterapias, ou seja, a medicina trata o organismo, mas raramente
trata a pessoa inserida em seu contexto social.
O desenvolvimento
farmacológico empobreceu o conhecimento fitoterápico, e hoje nenhum
ensinamento universitário mostra que o ser humano é multidimensional. Dessa
forma, a ciência e a medicina isolaram os indivíduos. Mas o indivíduo vive em
diversos circuitos e faz parte de uma biosfera, e isso reflete a imagem das
necessidades de mudanças necessárias
à nossa civilização
contemporânea.
Pensar na medicina ocidental requer o complexus, isto é,
aquilo que é tecido em conjunto. Como posso tratar um paciente ignorando que
ele é um sistema aberto recursivo e interacional?
A medicina requer a
transdisciplinaridade - um modo organizador que pode atravessar as
disciplinas e vai convergir para a unidade. Para reformar a medicina é
necessário também reformar a ciência; precisamos religar o que foi desligado.
É necessário contextualizar e recontextualizar as relações entre os saberes
fragmentados.
Como podemos desconsiderar os conhecimentos sobre a natureza,
os alimentos e suas propriedades curativas? A medicina chinesa e a acupuntura
inseridas nos procedimentos da medicinal ocidental? O papel da religião como
crença que cura? O saber dos xamãs? Esses dilemas ainda imperam na
Sociedade Brasileira de Medicina, que até dias atrás conferia aos médicos o
poder exclusivo de prescrever terapias aos seus pacientes. O que devemos
fazer com o conhecimento de um fisioterapeuta que, na lida diária com
seus pacientes, descobre práticas inovadoras de melhorias, por exemplo,
das funções motoras?
Morin encerra o capítulo com as vias reformadoras da
medicina e da saúde: a reforma dos estudos da medicina, reforma da relação
médico/paciente, reforma da relação generalista/especialista, reforma dos
orçamentos, a via das simbioses entre medicinas, reforma dos hospitais e da
indústria farmacológica.
Há uma emergência de reforma não só no pensamento
da medicina, mas na reforma da ciência. Essa é uma proposta ousada, mas não é
impossível, uma vez que a reforma do pensamento nos sugere um reaprender a
pensar, a religar todos os continentes que foram separados desde a visão
cartesiana que percorre a ciência contemporânea até os dias de hoje.
Ir
para as ruas manifestar-se já é um ato corajoso nos dias de hoje, mas também
é um sinal de mal-estar geral na civilização, por isso encerro o texto com
uma frase de Freud: "Os juízos de valor dos homens são inevitavelmente
governados por seus desejos de felicidade, e, portanto são uma tentativa de
escorar suas ilusões com argumentos".
*Profa. Vivian A. Blaso S. S. Cesar é Doutoranda e Mestre em
Ciências Sociais, Especialista em Marketing e Sustentabilidade, Presidente
da Organização do #Ciis2013. Ela estará no painel Comunicação, Cultura
e Tecnologias que ocorrerá no segundo dia do Congresso (30/8). Veja
a programa completa aqui https://www.facebook.com/Congresso.CiiS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CARSON,
Rachel. Primavera silenciosa. Trad. Claudia Sant`Anna Martins. 1. ed. São
Paulo: Gaia, 2010.
FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. Trad. Paulo
César Souza. 1. ed.São Paulo: Penguin Classics, Companhia das Letras,
2011.
MORIN, Edgar. A via para o futuro da humanidade. Trad. Edgar de
Assis Carvalho, Marisa Perassi Bosco. 1. ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2013.
domingo, 2 de junho de 2013
Até 2050 serão necessários três planetas para suprir necessidades da população mundial, alerta ONU
Diante de crises econômicas, do aumento da degradação ambiental e da ameaça das mudanças climáticas, a comunidade internacional tem que se esforçar para melhor utilizar os recursos naturais da Terra.
Com o objetivo de informar sobre as ações necessárias que darão início a um futuro mais sustentável, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que atua como Secretariado do Quadro dos 10 anos de programas sobre Consumo e Produção Sustentáveis (10YFP), lançou esta semana a Global SCP Clearinghouse, uma rede de apoio e troca de informações sobre produção e consumo sustentável.
Os formuladores de políticas e profissionais de todo o mundo têm desenvolvido iniciativas e ferramentas que contribuem para o consumo e a produção sustentável (SCP, na sigla em inglês) ao longo dos anos, mas a informação existente é fragmentada e ainda faltam as pontes para conectá-las às pessoas.
A Clearinghouse utiliza os princípios das redes sociais para unir a comunidade global SCP e criar um centro para o conhecimento e a cooperação sobre o tema. Procura inspirar governos, setor empresarial, pesquisadores, sociedade civil e todos os profissionais da área ou outras partes interessadas a compartilhar iniciativas, notícias, ideias, melhores práticas e ferramentas para criar um banco de dados em todo o mundo, bem como uma rede de especialistas, de modo a fortalecer as parcerias através de um mercado de cooperação, grupos de trabalho e fóruns.
“O consumo e a produção sustentável não é apenas consumir menos, mas também fazer mais e melhor com menos. É sobre o aumento da eficiência dos recursos, promover estilos de vida sustentáveis e contribuir para a redução da pobreza”, disse Achim Steiner, subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA.
“O PNUMA pretende acelerar a transição para estilos de vida mais sustentáveis e ajudar a tornar estes estilos de vida disponíveis para as pessoas nos países em desenvolvimento”, acrescentou.
A ciência mostra que o estilo de vida atual da humanidade é insustentável. A população mundial, de 7 bilhões de pessoas, precisa atualmente dos recursos de um planeta e meio para se alimentar.
Se as tendências atuais de consumo continuarem, até 2050 — quando a população deverá chegar a nove bilhões — serão necessários três planetas terra. Somando-se a essas pressões, está a rápida aceleração da urbanização.
Embora as cidades ocupem apenas 3% da superfície terrestre do planeta, consomem 75% dos recursos naturais, produzem 50% dos resíduos mundiais e são responsáveis por 60 a 80% das emissões dos gases de efeito estufa. A urbanização só vai continuar a distorcer as taxas desproporcionais de consumo, aponta o PNUMA.
A SCP pode ajudar a população dos países em desenvolvimento através da criação de novos mercados, empregos decentes e sustentáveis — por exemplo, através de alimentos orgânicos, comércio justo, moradia sustentável, energia renovável, transporte sustentável e turismo –, bem como uma gestão mais eficiente e equitativa dos recursos naturais.
Ela também oferece a possibilidade de os países em desenvolvimento obterem um salto qualitativo para tecnologias de recursos mais eficientes, ambientalmente saudáveis e competitivas, contornando as fases ineficientes e poluentes do desenvolvimento. A poucos dias do seu pré-lançamento na reunião do Conselho de Administração do PNUMA, em fevereiro deste ano, a Global SCP Clearinghouse registrou quase 800 novos membros, de mais de 500 organizações com base em cerca de 100 países diferentes.
Dentre as muitas iniciativas apresentadas à Clearinghouse está, por exemplo, a Plataforma de Arroz Sustentável (SRP), coorganizado pelo PNUMA e pelo Instituto Internacional de Pesquisa do Arroz com o objetivo promover a eficiência dos recursos e fluxos comerciais sustentáveis, produção e operações de consumo e as cadeias de fornecimento no setor global de arroz — uma cultura que alimenta metade do planeta.
Outra iniciativa é o Programa de Construção Sustentável, do banco público brasileiro Caixa Econômica Federal, que possui 70% do financiamento para construções de casas no mercado nacional e que, portanto, exerce grande influência na indústria de construção. O objetivo do programa é imbuir nessas indústrias práticas de construção sustentáveis, bem como a redução do impacto ambiental nos 2,6 mil escritórios no país.
Os interessados são incentivados a visitar o site da global SCP Clearinghouse para saber mais sobre as iniciativas em todo o mundo, se inscrever ou se registar como um especialista ou uma pessoa capacitada na área.
O desenvolvimento da Global SCP Clearinghouse foi apoiado pela Comissão Europeia, Noruega, Ministério espanhol de Negócios Estrangeiros e Cooperação,Ministério espanhol da Agricultura, Alimentos e Meio Ambiente e Ministério sueco do Meio Ambiente.
Fonte: ONUBR / Instituto Carbono Brasil
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Programação Ecofalante na VIRADA SUSTENTÁVEL: Filme inédito em 3D + 2 sessões ao ar livre
MOSTRA ECOFALANTE DE
CINEMA AMBIENTAL
31 de Maio a 09 de Junho
31 de Maio a 09 de Junho
entre os destaques está
exibição de filme em 3D, inédito no Brasil
programação contará com 2 sessões ao ar livre
Parte da programação da 2a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental
participará da 3a Virada Sustentável, que acontece em São
Paulo, entre os dias 6 e 9 de junho. programação contará com 2 sessões ao ar livre
38 títulos serão exibidos em 6 locais espalhados pela cidade: Centro Cultural São Paulo, Cinesesc, Memorial da América Latina, Biblioteca São Paulo, Parque Villa Lobos e Praça Victor Civita. Nestes dois últimos locais, as projeções serão ao ar livre.
Entre os destaques da programação está a Sessão Especial que acontece no Cinesesc, que contará com a exibição de Planeta Z, de Momoko Seto, e o inédito O Último Recife, filme em 3D dirigido por Luke Cresswell e Steve McNicholas.
Criada em 2011, a Virada
Sustentável contou, em sua última edição, com ações e atrações em todas as
regiões da cidade, reunindo mais de 700 mil pessoas em
612 atividades gratuitas, localizadas em 149 locais.
Centro Cultural São
Paulo
31/maio –
sexta
17h00 –
Remissões do Rio Negro (90 min)
20h00 –
Rios de Homens (76 min)
01/junho –
sábado
16h00 –
Desterro (14 min)
No Fundo Nem Tudo é Memória (75 min)
18h00 –
Resistência ao Crescimento (85 min)
20h00 –
Rebeldes Com Causa (72 min)
02/junho –
domingo
16h00 – A
Morte de Alos (31 min)
Inori (72 min)
18h00 – O
Povo da Pluma (90 min)
20h00 –
Louceiras (54 min)
Desterro Guarani (38 min)
04/junho –
terça
17h00 – Uma
Guerra Verde (110 min)
20h00 –
Aterro (72 min)
05/junho –
quarta
17h00 –
Quem Controla a Água? (82 min)
20h00 –
Submissão (87 min)
06/junho –
quinta
17h00 – Rio
Colorado: O Direito à Água (56 min)
20h00 – O
Preço da Democracia (57 min)
07/junho –
sexta
17h00 – Chá
ou Eletricidade (93 min)
20h00 – O
Sabor do Desperdício (88 min)
08/junho –
sábado
16h00 –
Amargas Sementes (88 min)
18h00 –
Viver/Construir (117 min)
20h00 –
Areia (16 min)
Detropia (90 min)
09/junho –
domingo
16h00 – A
Fé nos Orgânicos (82 min)
18h00 –
Petróleo: O Grande Vício (90 min)
20h00 – O
Gasoduto (83 min)
Praça Victor
Civita
06/junho –
quinta
20h00 –
Deus Salve o Verde (75 min)
07/junho –
sexta
20h00 –
Rios Perdidos (72 min)
Cinesesc
08/junho –
sábado
21h00 –
Planeta Z (9 min)
O Último Recife 3D (42 min)
Biblioteca São
Paulo
08/junho –
sábado
15h00 – A
Vingança do Carro Elétrico (90 min)
09/junho –
domingo
15h00 –
Trashed – Para Onde Vai o Nosso Lixo? (97 min)
Memorial da América
Latina
08/junho –
sábado
15h00 – A
Cidade é Uma Só (73 min)
09/junho –
domingo
15h00 –
Cohab (9 min)
Perus: Uma História Feita de Ferro, Cimento e Amor (26
min)
O Som do Limão (26 min)
Aluga-se (15 min)
Parque Villa
Lobos
08/junho -
sábado
18h - O
Escuro da Cidade (84 min)
Mais informações podem ser acessadas em www.ecofalante.org.br/mostra.
Serviço
2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – programação
infantil
29 de maio
(quarta-feira) e de 4 a 7 de junho (terça a sexta-feira), às 9h30 e
14h30
de 23 a 30 de maio de 2013
Cinemateca Brasileira - Largo Senador Raul Cardoso 207, Vla
Clementino
Entrada franca
Atendimento à Imprensa
Regina Cintra / Foco Jornalístico
(11) 3023.3940 / (11) 3023.5814
regina@focojornalistico.com.br / (11) 9 9169.2312
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