quarta-feira, 31 de agosto de 2011

SACOS DE PÃO 100% ECOLÓGICOS, DA PUBLIPAN, SAEM DO FORNO COM PROPAGANDAS DA DEL VALE E NET COMBO


Empresas apostam inicialmente nas cidades de São Paulo e Recife, englobando 180 mil embalagens. Com destaque cada vez maior no mercado, a Publipan, rede de franquias espanhola especializada na propaganda em embalagens ecológicas, conquista duas importantes parcerias nas regiões Sudeste e Nordeste do País. Em São Paulo, alguns bairros da capital, como Mooca, Vila Prudente, Vila Maria e Tremembé, recebem nesta semana os sacos de Pão da Publipan com uma promoção especial da Net Combo.


A campanha de anúncio único foi lançada em parceria com a Net – empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo – e a Puplipan de Santana. Válida até 31 de agosto de 2011, a promoção garantirá a distribuição de 150 mil exemplares de sacos de pão na capital paulista.


Na região Nordeste, a parceria foi realizada entre a franquia Recife Sul, de Pernambuco, e a linha Del Valle, da Coca-Cola Brasil. O anúncio será veiculado nas padarias credenciadas do sul de Recife, com exclusividade para os bairros Boa Viagem e Pina. Serão 30 mil exemplares distribuídos a partir de setembro. A credibilidade conquistada pela Publipan abre novas portas para os franqueados de todo o Brasil. Essas importantes parcerias mostram o reconhecimento do trabalho pioneiro de mídia alternativa e ecológica realizada pela empresa.


Fonte: Daniela Otsuka | Jô Ribes Comunicação | (GC)


Portal da Propaganda

terça-feira, 23 de agosto de 2011

INSTITUTO AUTOGLASS DISSEMINA CONHECIMENTO SOBRE TECNOLOGIAS MUNDIAIS DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS


Presidente do grupo francês Briane Environnement, Gerard Briane, apresenta  processos de reaproveitamento de plástico e vidro utilizados na França 

A convite do Instituto Autoglass, o presidente do grupo francês Briane Environnement, Gerard Briane, esteve no Brasil neste mês de agosto, participando de encontros, reuniões e seminários, para  explicar os procedimentos adotados na Europa, especialmente na França, para reaproveitamento de resíduos sólidos. “O Instituto promoveu a  vinda do  empresário Gerard Briane com o intuito de aproveitar o momento brasileiro em que se discute a implantação do Programa Nacional de Resíduos Sólidos”, afirmou o presidente do Instituto Autoglass, Kleber Carreira.
  
O Instituto Autoglass, que realiza importante trabalho de reciclagem dos vidros de para-brisa descartados nas 32 lojas Autoglass e parceiros em todo o País e um projeto socioambiental com crianças de escolas públicas no Espírito Santo, também atua como disseminador das novas tecnologias adotadas no mundo para a reciclagem do material, que leva até cinco mil anos para se decompor.
 
Durante  suas exposições, Briane apresentou a máquina Betty Box, que faz a separação de vidros e plásticos e é utilizada pelos moradores da cidade francesa de Saint-Juery. O diferencial do equipamento é uma tecnologia capaz de identificar e separar os diversos tipos de plásticos e vidros pela cor (transparente, azul, verde e marrom). Os usuários recebem um comprovante e a cada 15 euros, é feito um depósito bancário na conta corrente previamente cadastrada no sistema.
 
Briane também chamou a  atenção para a questão do plástico introduzido entre as duas lâminas de vidro que formam o para-brisa automotivo. Conhecido como PVB, polivinil butiral, o material permanece no vidro em pequenas quantidades mesmo após a reciclagem. Pesquisas estão sendo realizadas para se chegar a solução, e já há experiências para utilização do PVB em fornos para geração de energia. Segundo o empresário, o importante é que seja retirado o máximo possível do plástico do vidro. Na empresa francesa, o resíduo de plástico é deixado sob o tempo por seis meses para que o mesmo se dilate e se solte do vidro.  Atualmente, o processo de reciclagem do vidro automotivo francês é semelhante ao brasileiro e o material é reaproveitado na fabricação de garrafas de cerveja.

No Espírito Santo, Briane manteve encontros com o vice-prefeito de Vitória, Tião Barbosa, o secretário de Meio Ambiente de Vila Velha, João Ismael Nardoto e a coordenadora de Meio Ambiente do Ministério Público do Espírito Santo, promotora Nícia Sampaio, para apresentar a tecnologia. 

Em São Paulo, visitou a principal recicladora de vidros Massfix e a Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro – Abividros. “Gerard Briane retornou à França acreditando no potencial brasileiro para o setor de reciclagem como um todo, não apenas na área de vidros, em função da nova legislação brasileira que obriga a triagem e reciclagem do lixo gerado pela sociedade e empresas no país”, afirmou Kleber Carreira, sobre a visita do empresário.
 

Paloma Minke

assessoria de imprensa

De León Comunicações
Lenilde De Léon - jornalista responsável
Tel: 11 5017-4090 / 5017-7604
www.deleon.com.br

Saiba como identificar se um produto é realmente sustentável




Apesar de existirem diversos selos que classificam os produtos como "verdes", nem todos seguem critérios realmente confiáveis

A busca constante do consumidor por produtos ecologicamente corretos vem atraindo a atenção e o investimento de muitas empresas. A consequência dessa onda verde pode ser observada nas prateleiras dos supermercados e na publicidade. São centenas de marcas e produtos que, por meio dos mais diversos selos, certificados, prêmios e afins, se autointitulam ecológicos, na tentativa de dizer que seu processo de produção não prejudica o meio ambiente.

Porém, nem todo produto que se diz comprometido com as questões ambientais efetivamente o são. É muito frequente que o consumidor se depare com uma realidade diferente do discurso. "De fato é um momento complicado, pois existem muitos apelos que remetem à questão de sustentabilidade e é difícil distinguir ações corretas das maquiagens verdes, o chamado greenwash", afirma a pesquisadora do Idec, Adriana Charoux.

Outro fator que agrava essa situação e gera desconfiança quanto à real veracidade da certificação é o caráter voluntário dos selos. A empresa tanto não é obrigada a possuir nenhum tipo de "certificado verde" quanto pode criar sua própria certificação. Nos selos autodeclaratórios, a própria fabricante do produto afirma que ele foi produzido com certos critérios de responsabilidade socioambiental. Nesses casos, o consumidor deve procurar informações sobre quais foram os critérios utilizados para se chegar a essa conclusão.

É importante ficar atento porque existem muitas embalagens e fornecedores que enganam o consumidor. Para escapar dos discursos vazios, é preciso checar a credibilidade dos selos presentes nos rótulos dos produtos. "O consumidor deve buscar informações mais claras e concretas, porque existem apelos muito vagos e genéricos", orienta Adriana.

Além dos selos autodeclaratórios, o consumidor encontra outros tipos de "certificados verdes" no mercado. As mais confiáveis são as independentes, fornecidas por organizações não governamentais e entidades privadas. Para recebê-los, as empresas se submetem a um processo de certificação voluntário e são certificados apenas se seus produtos estiverem realmente adequados.

Selos obrigatórios
Também existem as certificações compulsórias determinadas pelo governo. Um exemplo é o SisOrg (Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica), administrado pelo Ministério da Agricultura em parceria com outras certificadoras. "Qualquer produto agroecológico, orgânico, que deseje colocar na sua embalagem a informação eco, sustentável, ecológico, ou algo do gênero, precisa desse selo", explica a pesquisadora.

Caso o selo presente na embalagem não seja conhecido, a orientação é pesquisar mais sobre o certificador. "Às vezes é uma embalagem pequena e não cabem todos os dados naquele espaço, mas mesmo assim o rótulo deve conter uma orientação, um site onde o consumidor pode encontrar mais informações sobre o selo", conclui Adriana.

Para mais informações sobre consumo sustentável, o consumidor pode acessar o Especial do Idec.



  

Fundação Itaú Social oferece curso gratuito de avaliação econômica para gestores de projetos sociais em São Paulo


Iniciativa permite aos participantes conhecer metodologias e ferramentas que permitem avaliar o impacto e o retorno econômico de ações sociais


Estão abertas até 28 de agosto as inscrições para o curso gratuito de Avaliação Econômica de Projetos Sociais da Fundação Itaú Social que será ministrado em São Paulo.
Voltado para gestores de projetos sociais de organizações não-governamentais, institutos, órgãos governamentais e fundações empresariais, a ação tem como objetivo capacitar os participantes para avaliar o impacto de projetos e calcular o retorno  econômico para a sociedade por meio de metodologias e ferramentas específicas.

Para participar, os interessados devem ter experiência no uso de Excel e noções básicas de matemática financeira e estatística. As aulas serão ministradas no Centro Empresarial Itaú Conceição - CEIC de 03 de setembro a 26 de novembro, das 9h00 às 17h00 (sábados).

As inscrições podem ser efetuadas por meio do portal da Fundação Itaú Social www.fundacaoitausocial.org.br. O candidato deve acessar a seção Avaliação Econômica de Projetos Sociais e, em seguida, o setor Inscrição para o Curso, onde encontrará o botão “Faça sua Inscrição” (www.fundacaoitausocial.org.br / Temas de Atuação / Avaliação Econômica de Projetos Sociais / Inscrição Para o Curso / Faça sua Inscrição).

Desenvolvido em 2004, o curso é uma das ações do Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais e foi elaborado em parceria com a área de Controles de Risco e Financeiro do Itaú Unibanco, sob orientação de Sérgio Werlang, vice-presidente do Itaú Unibanco, e Naercio Menezes, consultor. A iniciativa já capacitou em torno de 1000 gestores e atua na disseminação da cultura de avaliação econômica, por meio, principalmente, de seminários, cursos e avaliação de projetos sociais próprios e de organizações parceiras da Fundação Itaú Social.


Curso Gratuito: Avaliação Econômica de Projetos Sociais
Público: voltado para gestores de projetos sociais de organizações não-governamentais, órgãos governamentais, institutos e fundações empresariais.
Pré-requisitos: Os inscritos devem ter experiência no uso de Excel e noções básicas de estatística.
Carga horária: 72 horas
Horário: das 9h00 às 17 horas
Quando: de 03/09 a 29/11(sábados)
Local: Av. Engenheiro Armando Arruda Pereira, 707 – Centro de Treinamento Itaúsa – Piso -3.
Freqüência mínima: de 75% das aulas para recebimento de certificado.
Período de inscrição: até 28/08
Informações e inscrições: por meio do portal da Fundação Itaú Social www.fundacaoitausocial.org.br  

Crise Social, crise financeira e sustentabilidade


A junção da crise climática com a crise financeira global leva à necessidade de uma profunda reflexão sobre o modelo econômico e civilizatório adotado pela maioria dos países da Terra 

A grave situação atual do mundo confirma Vinícius de Moraes: é impossível ser feliz sozinho. Mas como “estar junto” e “feliz”? Esta é a pergunta que está nas ruas, nas casas, nas empresas, nos corações e mentes dos cidadãos. Respondê-la é abrir as portas para um novo mundo, mais justo e solidário. O caminho, como no verso do poeta espanhol Antonio Machado, está sendo feito ao caminhar. 

A inquietação dos manifestantes das ruas do Oriente Médio, da Europa e do Chile não é diferente daquela que está presente entre executivos e funcionários de empresas. Existe alguma coisa de muito estragada no modelo de civilização, que já não pode mais ser disfarçada por “perfumes”, ou seja, por ações contemporizadoras. 

O que está acontecendo com a vida da gente e as certezas que temos? Não é simples de explicar e exige esforço para entender, mas é preciso encarar essa tarefa. Então, vamos lá. 

Estamos vivendo duas crises combinadas e desiguais em intensidade e espaço temporal. Uma, de impacto planetário-civilizatório, ainda tem suas consequências pouco conhecidas. É chamada de “mudanças climáticas”. A outra, de modelo de desenvolvimento – e chamada de crise financeira –, emergiu com força em setembro de 2008, amainou um pouco em 2010, mas voltou em 2011, agora sob outros nomes – crise fiscal, da dívida pública, do orçamento, etc –, mas uma mesma origem: as vultosas somas que os governos dos países centrais desembolsaram para salvar os bancos em 2008. 

Esse dinheiro não voltou para produção, a fim de gerar emprego, renda e impostos que reporiam as despesas. Esse dinheiro – público – foi usado pelos bancos para recompor a especulação financeira. Com isso, os governos agora não têm de onde tirar recursos para honrar seus compromissos com credores, com aposentados, com professores ou com os usuários de serviços públicos essenciais, que são os cidadãos comuns. O reflexo dessa escassez está nas ruas do Oriente Médio e da Europa. 

Nenhum continente ou país está imune a qualquer das duas crises. Em alguma medida, todos sofrerão com elas, a menos que se entenda o que está ocorrendo e se consiga compreender que não haverá saída para um país isoladamente. Ou toda a humanidade encontra a solução, ou as crises vão se repetir a cada ciclo, cada vez mais profundas e mais dolorosas. 

E a solução para a primeira crise passa pelo entendimento da segunda, que é a de que há uma incapacidade estrutural de os mercados darem conta das demandas socioambientais e econômicas, bem como de autorregulação e de transparência. 

A sociedade está dando mostras de que não aguenta mais um modelo de desenvolvimento que não resolve as demandas mais corriqueiras e que gera enorme desigualdade social. O novo modelo desejado anda “suspirando no breu das tocas”, mas ainda não encontrou sua expressão mais acabada. Porque ele será uma construção coletiva de bem-estar e felicidade ou, simplesmente, “não será”. 

Tempo da utopia 
As empresas têm avançado um pouco mais na discussão de outro padrão de negócios, aprofundando também o debate sobre o que deve ser a sociedade que suporte esses negócios. Mas, o tema é grande demais e não pode ficar circunscrito a nenhum segmento. 

Definir novos padrões de consumo, produção, cultura e comportamento significa também discutir as novas fronteiras da liberdade individual, que, gostemos ou não, está no cerne do tamanho do impacto das crises. Abre-se, então, um novo espaço para a utopia – aquele lugar ideal onde todos queremos viver. Construir um novo modelo de desenvolvimento retoma o pensamento utópico relegado a segundo plano desde que alguns sábios decidiram que a História tinha morrido e que o deus mercado daria conta de tudo. 

Como será essa sociedade nova que começa a ser desenhada em lugares tão díspares quanto a internet, a rua e o escritório de uma empresa? O consumo precisará ser encarado como um ato de cidadania, mais do que de satisfação de um “desejo” individual. E os produtos e serviços dele decorrentes deverá ser resultado de um processo de diálogo entre cidadãos e agentes produtivos. Donde pode decorrer uma democracia participativa, calcada em processos de diálogo bastante estruturados, capilarizados e abrangentes, para de fato dar voz e decisão a todos. 

Os governos, portanto, serão muito mais agentes indutores de políticas públicas respaldadas pela sociedade. E as empresas, agentes operadores dessas políticas, em todos os níveis, suprindo as necessidades e demandas identificadas nesse processo constante de diálogo. 


Economia verde, inclusiva e responsável 
O mundo terá uma oportunidade de ouro para ao menos começar a estabelecer os alicerces do novo mundo: a Rio+20. Por isso, é tão importante a sociedade brasileira mobilizar-se para encaminhar propostas para esse encontro; mais do que isso, induzir a sociedade civil dos demais países a também se mexer para trazer idéias e propostas inovadoras – utópicas, não importa. Precisamos voltar a sonhar, porque no sonho tornamos possível o impossível e, aí, quando acordamos, achamos os meios para realizá-lo, já dizia um certo barbudo de Viena. 

Outro barbudo, este alemão, fez uma afirmação que cabe bem aos revoltosos de hoje: revolta “contra” ou “a favor” não é revolução, não muda, a menos que haja uma “teoria” que dê sustentação à mudança. Pois é disso que se trata a Rio+20: um momento para dar alicerces mais firmes a uma teoria para mudar a economia – e a civilização – do século XXI. 

Há um ponto de partida, no caso do Brasil, que é a Plataforma para uma Economia Verde, Inclusiva e Responsável. Ela própria uma construção coletiva de várias empresas que vem sendo refeita à medida que novos parceiros resolvem assumi-la e enriquecê-la com suas próprias visões de mundo. 

Por Jorge Abrahão, Instituto Ethos Fonte: www.ethos.org.br

CONFRARIA SUSTENTÁVEL

DANONE REFORÇA INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS COM ADOÇÃO DO PLÁSTICO VERDE


Líder de mercado na categoria de produtos lácteos frescos, a Danone, por meio de suas marcas Activia e Danoninho juntamente dcom sua parceria Braskem, adota o plástico verde como mais uma inovação que deve contribuir com o cumprimento de seu sólido compromisso com o desenvolvimento sustentável.

Activa e Danoninho, marcas de sucesso entre o público adulto e infantil, foram consideradas os melhores expoentes dentro do portfolio da Danone para incorporar a novidade nesse primeiro momento. Nesta segunda quinzena de agosto, o produto Activia 150 g chega às gôndolas do Brasil em embalagens desenvolvidas a partir do Polietileno Verde I’m greenTM, um bioplástico derivado da cana-de-açúcar com certificação internacional. O produto Danoninho Leite Fermentado também acompanha a tendência e tem previsão de lançar suas garrafinhas com plástico verde em setembro. A preocupação com a sustentabi lidade não é algo novo no Grupo Danone, que incorporou a audaciosa meta global de reduzir em 30% as emissões de gás carbônico no período de quatro anos (2008-2012) e investe no desenvolvimento de novas tecnologias e inovações em seu portfólio, além de iniciativas como redução de resíduos e embalagens, do consumo de energia e água, e otimização da rede de logística.

“A Danone está comprometida em tornar seu negócio cada vez mais ambientalmente sustentável e isso reflete diretamente nas práticas de desenvolvimento de novas embalagens”, destaca Mariano Lozano, presidente da Danone. “As marcas Activia e Danoninho dão uma importante demonstração de liderança e alinhamento aos anseios do consumidor brasileiro, mais atento às questões relativas à sustentabilidade”, conclui o executivo. “A ampliação de nossa parceria com a Danone em torno do plástico verde, asso ciando globalmente marcas reconhecidas como sinônimo de qualidade e confiança, cria valor para ambas as empresas e reforça o conceito do biopolímero como solução que também traz benefício à sustentabilidade”, acrescenta Carlos Fadigas, presidente da Braskem.


Fonte: Carolina Herrera | Andreoli MSL Brasil | (GC) / Portal da Propaganda

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

HP tem destaque em Green IT


No ranking da Interbrand, empresa foi ficou em 1º lugar entre as empresas de tecnologia e 5º dentre as 50 companhias contempladas.

Prêmio de destaque em sustentabilidade elege a HP, companhia de tecnologia voltada para negócios, nos governos e na sociedade, como a marca mais sustentável do mundo no segmento de tecnologia. A classificação foi dada pelo ranking “Best Global Green Brands” realizado pela Interbrand, empresa norte-americana especialista em análises e consultoria. O estudo enfatiza o comprometimento da HP com a sustentabilidade ambiental ao oferecer soluções de Green IT para o mercado.
Entre as práticas destacadas está o desenvolvimento de data centers sustentáveis e produtos que apresentam melhor eficiência energética e a remoção de elementos químicos não seguros dos seus equipamentos. Além disso, neste ano, a HP realizou roadshow em algumas cidades norte-americanas compartilhando a experiência da companhia na liderança pela eficiência energética aliada à tecnologia sustentável. “Por meio de iniciativas que visam reduzir o impacto das nossas operações e produtos no meio ambiente, temos estimulado a sustentabilidade em fornecedores e parceiros e promovido o consumo consciente, contribuindo para que nossos clientes também insiram práticas sustentáveis em seus negócios”, comenta Kami Saidi, diretor de Operações e Sustentabilidade Ambiental da HP Brasil.
O estudo foi realizado em 11 países (incluindo o Brasil) e traçou uma análise entre a percepção dos consumidores e as práticas realizadas pelas organizações. Além de conquistar a 1ª colocação no segmento de tecnologia, a HP ficou em 5º lugar no ranking geral. Essas companhias foram avaliadas em uma série de quesitos como governança, envolvimento dos stakeholders, operações, supply chain, transporte, logística, produtos e serviços. Além desses fatores, os consumidores também classificaram essas organizações de acordo com a autenticidade, relevância, diferenciação, consistência, presença e entendimento da marca.