terça-feira, 10 de junho de 2014

Seminário de Resíduos Sólidos: Desafios da gestão empresarial


O Seminário de Resíduos Sólidos: Desafios da Gestão Empresarial discute caminhos e condições para implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. As mesas compostas por Poder Público, Empresariado e Academia estão direcionadas para identificação de oportunidades e de meios para que haja convergência entre Mercado, Estado e Sociedade. 


Público-alvo: 150 vagas disponíveis para empresários da Zona Leste


Inscrição Gratuita - Vagas Limitadas
Para se inscrever clique aqui

Para mais informações fdzleste@gmail.com

Apoio de Divulgação


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Especialistas nacionais e internacionais mostram caminhos para a destinação adequada dos resíduos secos

São Paulo será o palco de três importantes eventos sobre um dos temas mais urgentes relacionado a sustentabilidade: o lixo. De 12 a 14 de maio, acontecerá na cidade, respectivamente, o Seminário Legislação para o Lixo Zero, o 5º Fórum Nacional de Resíduos Sólidos e o Fórum Internacional Cidades Lixo Zero.
No dia 12, o debate ocorre em âmbito local e reúne legisladores de São Paulo e palestrantes numa conversa aberta ao público sobre o plano municipal de resíduos sólidos. Além do presidente da Câmara, José Américo, e Ricardo Young, Presidente da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade, estarão presentes também palestrantes internacionais que vão apresentar experiências para a constituição de cidades lixo zero.
O conceito é usado para designar cidades que recolhem de forma adequada todos os seus resíduos e realizam o processo de forma a fazê-los retornar a cadeia produtiva, evitando o envio de materiais para aterros ou incineradores.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é o tema do encontro, no dia 13 de maio, entre gestores públicos e de empresas privadas, industriais, construtoras, acadêmicos e investidores que vão compartilhar experiências sobre a implantação da lei. Nesta edição, serão discutidos temas como a viabilidade econômica da indústria recicladora, oportunidades de negócios para as empresas de saneamento e de tratamento de resíduos, impactos na competitividade da indústria com os acordos de logística reversa, entre outros. Entre os palestrantes, estará presente Fernando Von Zuben, da Tetra Pak, Mauricio Moura Costa, Bolsa Verde Rio e Boanesio Cardoso URBAM (Prefeitura de São José dos Campos).
Já o Fórum Internacional Cidades Lixo Zero, no dia 14, irá apresentar os diversos aspectos de uma sociedade que opta por estabelecer a meta para um mundo sem lixo.  Especialistas mundiais em gestão de resíduos sólidos e gestores de cidades que implementaram o Programa Lixo Zero contarão experiências concretas. O público ainda terá acesso a tecnologias e inovações aplicadas nos cinco continentes. A programação conta também com palestras,  painéis, apresentação de casos, atividades e oficinas.
Os eventos fazem parte da iniciativa do Instituto Lixo Zero Brasil, uma organização da sociedade civil autônoma sem fins lucrativos, integrante da ZWIA - Zero Waste International Alliance (Aliança Internacional para o Lixo Zero) movimento internacional de organizações que disseminam o conceito no mundo, e da VIEX Americas, a primeira organização brasileira especializada na distribuição de informações empresariais para os setores de energia elétrica, recursos naturais e infraestrutura.
Serviço:
Seminário Legislação para o Lixo Zero
Dia: 12 de maio de 2014, das 10h às 17h
Local: Câmara Municipal de São Paulo -  Rua Maria Paula, 100
Entrada gratuita – Inscrições pelo site: www.viex-americas.com
5º Fórum Nacional de Resíduos Sólidos
Dia: 13 de maio de 2014, das 9h às 18h
Local: Espaço Apas -  Rua Pio XI, 1200, Lapa
Inscrições pelo site: www.viex-americas.com
Fórum Internacional Cidades Lixo Zero
Dia: 14 de maio de 2014, das 9h às 18h
Local: Espaço Apas -  Rua Pio XI, 1200, Lapa
Inscrições pelo site: www.viex-americas.com
Apoio de Divulgação
http://www.mercadoambiental.com.br
 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Empreendedorismo na economia verde

*Marcus Nakagawa

Você já se imaginou trabalhando para um negócio que fará parte da próxima tendência econômica? Já pensou em um empreendimento que esteja dentro de um dos seis setores mais promissores, sendo que o seu mercado triplicará até 2020 atingindo 2,2 trilhões de dólares, de acordo com a ONU?

Pois bem, esta é a economia verde, uma iniciativa que foi lançada pelo PNUMA – Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente, em 2008, que visa mobilizar e reorientar a economia para investimentos em tecnologias verdes e infraestrutura natural. Este movimento possui apoio de economistas e tem as seguintes estratégias: valorizar e divulgar os serviços ambientalmente corretos para consumidores; gerar de empregos no marco dos empregos; definir políticas nesse sentido; desenvolver instrumentos e indicativos do mercado capazes de acelerar a transição para uma economia verde.

Um dos setores que foi colocado na economia verde é a agricultura. Para este setor existe uma expectativa que o mercado mundial dos produtos alimentícios e de bebidas orgânicas duplique até 2015, chegando a 105 bilhões de dólares. Por exemplo, quando o famoso chá mate Leão, que agora é uma das marcas de bebidas não gaseificadas da Coca-Cola, resolve ter uma linha orgânica é que a tendência está se massificando.

Outro setor é das energias renováveis com os biocombustíveis, energia eólica, solar fotovoltaica, entre outros. Esta área começa a aparecer também no nosso país, não só pelo biocombustível da nossa cana de açúcar, mas também as paisagens que já veem sendo modificadas pelos grandes cataventos no nordeste e em outras regiões do país. Além disso, feiras como a Enersolar +Brasil 2013, que aconteceu em julho, em São Paulo, ganha maior visibilidade e, cada ano, mais expositores e visitantes.

Em um outro setor desta economia está o turismo, principalmente o ecoturismo, que está crescendo muito no país, com agência especializadas e pacotes específicos para a grande massa. De acordo com a Organização Mundial do Turismo, enquanto o turismo cresce 7,5% ao ano, o ecoturismo supera os 20%.

A pesca certificada e a aquicultura também estão sob os holofotes,  com uma captura anual de 18 milhões de toneladas de peixes e frutos do mar, ou seja, cerca de 17% da pesca internacional.

O setor florestal não poderia deixar de estar nesta economia, fundamentalmente quando falamos em florestas certificadas e com processos que estejam dentro dos parâmetros mundiais de manejo.

E, por último, a indústria e suas práticas de sustentabilidade para garantir os negócios dentro das cadeias de fornecimento internacional. Neste sentido, pode-se observar o aumento de empresas certificadas com a ISO 14.001 referente ao respeito ao meio ambiente. Além do aumento de consultores e o mercado em torno deste tema.

Portanto, existe uma nova economia para aquele empreendedor que quer juntar algumas crenças e valores ambientais com o tipo de negócio que desenvolverá. E ele será o empreendedor da economia verde, que crescerá ainda mais e passará a fazer parte da vida das próximas gerações.

*Marcus Nakagawa é sócio-diretor da iSetor, professor da ESPM, presidente do conselho deliberativo e idealizador da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade e palestrante sobre estilo de vida sustentável, sustentabilidade e responsabilidade social (marcus@isetor.com.br).


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Diversão e Arte? Não, Rolezinho


Por: Professora Vivian Ap. Blaso S. S. César, Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Diretora da Agência de Relações Públicas Conversa Sustentável.

Email: vivianblaso@uol.com.br  


A partir dos anos 90 até os dias de hoje, São Paulo passou por períodos de grandes mudanças, pois na região metropolitana houve uma desconcentração das atividades industriais e uma reestruturação das atividades terciárias, consequência da globalização. 

A metrópole transformou-se e ficou conhecida como capital dos serviços. Com isso, a segregação espacial tornou-se evidente, e os processos de favelização e o adensamento das populações de baixa renda concentraram-se nas periferias da cidade.
 
Vamos destacar alguns fatores que foram responsáveis pela mudança do perfil da cidade, articulados ao setor imobiliário, que é considerado um dos agentes indutores dos processos de concepção e transformações das cidades:
        
  • A competitividade do setor na construção civil e o "esgotamento do modelo de financiamento à produção" - as construtoras e incorporadoras passaram a ser agentes de financiamento aos consumidores; 
  • Abertura econômica e reorganização da economia em bloco;
  • Mudança nas relações entre capital e trabalho;
  • Mudanças no ambiente competitivo global;
  • Mudanças no perfil do consumidor brasileiro;
  • Novas formas de financiamento estavam ligadas às necessidades de retorno e margens adequadas para assegurar a atratividade do mercado; 
  • Novos parâmetros de projeto e execução das obras - o Estado também passou a ser agente financiador da construção civil;
  • Número elevado de competidores na produção - em função da concorrência os preços são impostos pela demanda; 
  • Integração entre todos os agentes do setor.
Nesse contexto, os shoppings centers foram concebidos para garantir às elites um local privilegiado para o consumo. Promessas de segurança, conforto, lazer, como explicado por Tereza Caldeira e ratificado por Zygmunt Bauman em seu livro Confiança e medo na cidade, mostram-nos como a relação centro/periferia provocou uma tensão que colocou a classe média em risco de acabar vítima de um processo que não conhece e de perder o "bem-estar" conquistado no decorrer das últimas décadas. Essa dinâmica estrutural da ocupação das cidades e a forma como as cidades montam e desmontam seus espaços de elite, excluindo para as periferias as populações menos privilegiadas, acabam gerando conflitos e a segregação. 

Os shoppings centers atendem à nova proposta estética de segurança para as cidades globais, pois elas pressupõem certa vigilância. Segundo Bauman, "as cidades contemporâneas são campos de batalha, nos quais os poderes  globais e os sentidos e identidades tenazmente locais se encontram, se confrontam e lutam tentando chegar a uma solução satisfatória ou pelo menos aceitável para esse conflito: um modo de convivência que espera-se possa equivaler a uma paz duradoura, mas em geral se revela antes um armistício, uma trégua útil para reparar as defesas abatidas e reorganizar as unidades de combate.

É esse confronto geral, e não algum fator particular, que aciona e orienta a dinâmica da cidade na modernidade líquida - de todas as cidades, sem sobra de dúvida, embora não de todas elas no mesmo grau" (Bauman, p. 35, 2005).

Os "rolezinhos" têm chamado a atenção da sociedade,  incomodado as elites tirado os dirigentes dos shoppings centers da zona de conforto, e o medo desse novo fenômeno na sociedade brasileira faz com que a polícia reaja com ações truculentas, violentas e opressoras.

Jovens considerados da "periferia" ocupam os templos do consumo. Conectados em redes sociais, articulam-se e manifestam seus desejos, vontades e pensamentos sobre marcas, produtos e serviços. Talvez eles tenham encontrado nessas redes um dos espaços mais democráticos e de mobilização, que vem mediando as manifestações e a luta por garantia de direitos e fazendo renascer o desejo por mais cidadania. 

Os jovens participantes dos "rolezinhos" também são consumidores. De acordo com o sociólogo e especialista em comportamento do consumidor Fábio Mariano Borges, "todos nós somos consumidores, mesmo quando não nos damos conta. Os diferentes papéis que desempenhamos na vida contemporânea nos colocam claramente como consumidores ou, então, como responsáveis por um tipo de consumo". 

Os jovens praticantes dos "rolezinhos" são estrangeiros? 

"O estrangeiro é, por definição, alguém cuja ação é guiada por intenções que, no máximo, se pode tentar adivinhar, mas que ninguém jamais conhecerá com certeza. O estrangeiro é a variável desconhecida do cálculo das equações quando chega a hora de tomar decisões sobre o que fazer"  (Bauman, p. 37, 2005).

Não, os praticantes dos "rolezinhos" são os vizinhos que estão separados por muros.

Refugiar-se em ilhas de segurança, como os condomínios fechados, é a prova de que nós consumidores estamos atendendo à demanda proposta para as novas cidades. 

"A cidade sempre teve relações com a sociedade no seu conjunto, com sua composição e seu funcionamento, com seus elementos constituintes (campo e agricultura, poder ofensivo e defensivo, poderes políticos, Estados etc.), com sua história. Portanto, ela muda quando muda a sociedade no seu conjunto. Portanto, as transformações da cidade não são os resultados passivos da globalidade social, de suas modificações. A cidade depende também e não menos essencialmente das relações de imediatice, das relações diretas entre pessoas e grupos que compõem a sociedade (famílias, corpos organizados, profissões e corporações etc.); ela não se reduz mais à organização dessas relações imediatas e diretas, nem suas metamorfoses se reduzem às mudanças nessas relações" (Henri Lefebvre, 1999).

Por isso, é necessário romper com a visão dualista entre centro e periferia e caminharmos na direção de um pensamento que religue esses polos, o jovem de elite e o jovem da periferia; as relações estão entrelaçadas, interconectadas e interdependentes e fazem parte de um mesmo fenômeno: "rolezinho".

Encerro esta reflexão com a letra da música Comida, da banda Titãs, para lembrar que a nova classe C no Brasil deseja todo tipo de consumo e inserção na vida em redes. Provavelmente, os jovens dos "rolezinhos" não querem só comida; eles também querem diversão e arte.    

"A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer"  
 
Bibliografia 
BAUMAN, Zygmunt. Confiança e medo na cidade. Trad.Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.  
LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Trad. Sérgio Martins. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sustentabilidade e Esperança por Vivian Blaso

Sustentabilidade e Esperança

Por mais egoísta que se possa admitir que seja o homem, é evidente que existem certos princípios em sua natureza que o levam a interessar-se pela sorte dos outros e fazem com que a felicidade destes lhe seja necessária, embora disso ele nada obtenha que não
o prazer de a testemunhar.
                                                                                                                           Adam Smith

Na obra Nascimento da biopolítica, Foucault apontou que a chave do jogo estaria centrada na vida do indivíduo e com isso a dominação política do corpo iria contribuir com um homem necessário ao bom funcionamento da economia capitalista. 

Na economia neoliberal, o sistema político aparece como uma via para libertar o indivíduo da fobia de controle do Estado, contudo o que interessa ao Estado é a vida do indivíduo, mas este se encontra entrelaçado na multiplicidade de empresas e organizações que têm como interesses comuns mantê-lo empreendedor de si, economicamente ativo e controlado por indicadores mensuráveis que visam manter o bom funcionamento da economia capitalista. 

A governamentalidade é a maneira de conduzir as condutas dos indivíduos. Essa prática faz parte do jogo capitalista, pois é necessário que os indivíduos sejam homens econômicos, porque governar segundo o princípio da razão de Estado é fazer com que o Estado possa se tornar sólido, permanente e forte diante de tudo que possa destruí-lo.

Na década de 70, o "direito social" serviu como mote para ONGs, movimentos ambientalistas, manifestações de trabalhadores, e a chamada "sociedade civil" passa a ser a chave da economia e da política, pois defenderia os interesses comuns de comunidades internas sob a égide de que todos trabalham para o melhor de si e todos querem melhorar. Daí a sociedade civil só poderia ser compreendida a partir do comunitário, porque ela só existe no âmbito das relações entre as pessoas. A ONU passou a se preocupar com a destruição do planeta, para ancorar as discussões sobre meio ambiente, e aqui foi dada a largada ao início de uma escala de produção do saber sobre tecnologia ambiental, poluições, riscos à saúde humana e um conjunto de técnicas para a melhoria das condições de vida das populações economicamente ativas.  

O CONSUMISMO passou a ser o alvo dos documentos elaborados pela ONU e apontado como uma das raízes da crise ambiental. Agora o que prevalece são as práticas de produção e consumo sustentáveis (PORTILHO, 2010).

O dispositivo meio ambiente passou a ser o alvo de uma nova prática de governar a população. Agora o que interessa é garantir o bom funcionamento entre homem e natureza, pois sem o controle do meio a economia poderá entrar em colapso e isso poderá colocar em risco todo o sistema capitalista atual. Não podemos esquecer que Foucault, em 1970, já apontava que "as práticas discursivas não são pura e simplesmente modos de fabricação de
discursos. Ganham corpo em conjuntos técnicos, em instituições, em esquemas de comportamento, em tipos de transmissão e difusão, em formas pedagógicas, que ao mesmo tempo as impõem e as mantêm".

A noção de ecopolítica proposta pelo professor Edson Passeti procura responder a algumas dessas novas institucionalizações. Segundo Passeti, "não se trata de disciplina acadêmica ou componente da gestão do governo sobre a população ou o meio ambiente, mas de prática de governo do planeta nos tempos de transformação (de si, dos outros, da política, das relações de poder e do planeta no universo), com desdobramentos transterritoriais e variadas estratificações conectadas". 

Essa noção de governamentalidade aqui proposta não esgota as discussões pelo tema, e nessa reflexão não tenho a intenção de demonizar a sustentabilidade ou tipificar a sua importância sob a égide da economia, ou da produção de indicadores para aferir o grau de importância, eficiência ou inabilidade de lidar com as consequências ambientais extremas causadas, por exemplo, pelas mudanças climáticas. Se assim o fosse, chegaríamos a pensar
que o projeto de humanidade fracassou, que não teríamos saída e com isso perderíamos a esperança por uma condição de vida melhor. O fato é que a noção de sustentabilidade passou a incorporar práticas empresariais, econômicas e cotidianas no modus operandi da sociedade de consumo. Não podemos esquecer que na economia capitalista é preciso melhorar sempre, mas a história produz o inesperado diante do insuportável e diante do insuportável inventam-se atmosferas outras. 

Tomara que as outras atmosferas sigam o caminho da esperança, como foi proposto por Edgar Morin e Stéphane Hessel (2012) em seu manifesto A Caminho da Esperança, onde apontam o resgate da solidariedade como um bem viver que pressupõe o desenvolvimento individual no seio das relações comunitárias pautadas pela ética, cuja fonte é a responsabilidade das ações e hábitos sociais que vêm causando o estresse no planeta e levando a sociedade a viver nos limites que ele pode suportar. Para que isso ocorra, será necessário o desenvolvimento de uma democracia que seja capaz de religar o indivíduo, espécie e sociedade, ou seja, natureza, cultura e tecnologia com um único propósito: o bem viver. Ou, como dito por Adam Smith, pelo simples prazer de testemunharmos.

Autora: Professora VIVIAN AP. BLASO SOUZA SOARES CÉSAR, Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), MBA em Gestão Estratégica de Marketing (UFMG) e Especialista em Sustentabilidade (FDC), Relações Públicas (CNP). - vivianblaso@uol.com.br

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Oportunidades para um Mercado de Carbono Voluntário no Brasil



BM&FBOVESPA        Banco Interamericano de Desenvolvimento
Seminário Oportunidades para um Mercado de Carbono Voluntário no Brasil
A BM&FBOVESPA e o Banco Interamericano de Desenvolvimento têm a honra de convidá-lo a participar do seminário Oportunidades para um Mercado de Carbono Voluntário no Brasil.
Data 3 de dezembro de 2013
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Horário 8h30 às 17h30
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Local BM&FBOVESPA
Rua XV de Novembro, 275 – 1º andar
Centro – São Paulo – SP
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Programação*
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8h30 às 9h Credenciamento
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9h às 9h30 Abertura
Guilherme Fagundes, BM&FBOVESPA
Maria Netto, BID
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9h30 às 11h Marco regulatório brasileiro para um mercado de carbono pré-compliance
Coordenação:   Guilherme Fagundes, BM&FBOVESPA
Palestrante: Ludovino Lopes, Ludovino Lopes Advogados
Debatedores: Josilene Ferrer, Cetesb
Aloisio Lopes de Melo, Ministério da Fazenda
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11h às 11h30 Intervalo para café
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11h30 às 12h30  O uso da Mac tool
Coordenação: Maria Netto, BID
Palestrante: Christophe de Gouvello, Banco Mundial
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12h30 às 14h Almoço
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14h às 15h30    Potencial liquidez do mercado de carbono voluntário no Brasil
Coordenação:   Guilherme Fagundes, BM&FBOVESPA
Palestrante:  Ana Carolina Avzaradel, ICF
Debatedores:  Marcelo Rocha, Fabricaethica
Sergio Pacca, USP
Ricardo Esparta, EQAO
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15h30 às 16h Intervalo para café
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16h às 17h  Aspectos a serem considerados na alocação das responsabilidades de redução de emissões
Coordenação:  Maria Netto, BID
Palestrante:  Fernanda Gusmão, Point Carbon/Thomson Reuters
Debatedor:   Tasso Azevedo
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17h às 17h30 Encerramento
Guilherme Fagundes, BM&FBOVESPA
Maria Netto, BID
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* Sujeita a alterações.

Vagas limitadas.

É imprescindível a confirmação de presença pelo e-mail confirmacao@bvmf.com.br